domingo, 10 de novembro de 2013

Compondo...

Uma vez me disseram o seguinte:
"Que não se deve tocar naquilo pela qual sentimos profunda admiração."
Mas eu acabei não resistindo, e resolvi mergulhar de cabeça em um processo que me desperta a cada dia uma dupla paixão.
Todos os dias eu me questiono o COMO criar uma dimensão para cada impulso, pensamento, ação, movimento, voz e corpo de toda a obra. 
É como se a ideia fosse uma infinita folha em branco onde tu abre o estojo e vê que material se tem para compor. E misturando cores e texturas vamos arriscando entre o (des)controle, que aliás é essencial existir para estar vivo.











Fotos: Laís Soares

sábado, 2 de novembro de 2013

Dando corpo a uma memória.

O ato de lembrar nos liga ao passado e altera o tempo. O ato da memória é um ato físico e está no cerne da arte do teatro. Se o teatro fosse um verbo, seria o verbo "lembrar".

Anne Bogart (A preparação do diretor)

Primeiro ensaio do nosso processo. Composto por ideias, discussões, curiosidades...
Quem foi Maysa? O que há de vivo dela ainda? Existem Maysas dentro de muitos...



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O começo...

Foi dada a largada. O coração está pulsando só de pensar em dar uma dimensão material para uma grande inspiração. Dizem que tudo aquilo que admiramos deve ser intocável, mas em oposição a esta ideia, resolvi além de tocar, também hibridizar histórias, tempos, artes e corpos.
Encontrar, e não escolher, as pessoas que te mostram o brilho nos olhos é tão gratificante que nos impulsiona para o processo iniciar. Um processo que será todo bordado a mão, ou melhor, por mãos. Teatro não se faz sozinho. É troca!
Que transformações virão? Qual será o saldo humano depois de tudo? Onde iremos?



Não quero morrer. Apesar de tudo, ainda gosto da vida.
maysa monjardim

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